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Sobre

Dois operadores, não uma pirâmide de consultoria

A People by Design foi construída sobre uma combinação: alguém que construiu empresas em crescimento por dentro, e alguém que faz os sistemas de Pessoas funcionarem na prática. A maioria dos problemas de Pessoas está exatamente onde estas duas coisas se encontram.

Posicionamento

Porque é que a combinação importa

A consultoria de Pessoas tende a produzir modelos bem desenhados e impossíveis de usar. A consultoria de operações tende a produzir estruturas que ignoram como os líderes se comportam de facto. As duas falham pela mesma razão: tratam a organização e as pessoas como dois problemas separados.

São um só. A estrutura define funções, as funções definem expectativas, as expectativas determinam o desempenho, o desempenho liga-se à progressão e ao salário — e os líderes operam tudo isto. Trabalhar uma peça sem as outras é a razão por que tantos projetos de Pessoas se refazem em dois anos.

A People by Design é deliberadamente pequena, e sénior pela experiência que traz. Quem conhece na primeira reunião é quem faz o trabalho. Não há uma equipa de analistas por trás da proposta.

O que juntamos

  • Desempenho
  • Cultura e valores
  • Carreiras e compensação
  • Liderança e gestão
  • Organização e operações
  • Indicadores de Pessoas

Ana Reis

Co-fundadora — Pessoas e Gestão

A Ana passou os últimos anos a construir e melhorar fundações da área de gestão de Pessoas em empresas em crescimento, trabalhando de perto com equipas de liderança em contextos de mudança, crescimento e profissionalização. O seu trabalho tem passado por transformar necessidades pouco estruturadas em sistemas, processos e formas de trabalhar mais claras, simples e utilizáveis no dia a dia.

Ao longo desse percurso, desenvolveu uma abordagem muito focada na implementação: não basta um modelo estar bem desenhado no papel. Tem de caber numa semana real, funcionar nas conversas certas e ser suficientemente claro para que os líderes o consigam usar sem depender de quem o criou.

A sua contribuição está precisamente aí: garantir que cada solução é desenhada para a realidade da empresa, testada com quem a vai usar e acompanhada até funcionar na prática. Do diagnóstico às primeiras semanas de utilização, trabalha para reduzir fricção, aumentar adoção e transformar decisões em hábitos de gestão.

Áreas de trabalho

  • Ciclos de performance
  • Carreiras e progressão
  • Rotinas de gestão
  • Valores e comportamentos
  • Implementação e adoção

Francisco Campos

Co-fundador — Organização e Operações

O Francisco passou a carreira dentro de empresas em crescimento, a responder pelos resultados em vez de aconselhar de fora. Foi o primeiro colaborador da Onport e saiu como COO, depois de ajudar a empresa a crescer de cerca de cem mil para dois milhões e meio de euros de receita anual e de acompanhar a aquisição estratégica pela Farfetch.

No grupo Rovo e Assembly, como SVP de Receita e Operações, foi responsável por receita, operações, finanças e estrutura organizacional — liderou mais de quarenta pessoas em várias funções e construiu a organização comercial de raiz.

A contribuição dele na maioria dos projetos é sequência e evidência: que mudança desbloqueia as outras, quanto vai custar em atenção de gestão, e que pequeno conjunto de indicadores diz à liderança se funcionou.

Áreas de trabalho

  • Organização e estrutura
  • Crescimento
  • Sistemas de gestão
  • Indicadores de Pessoas
  • Alinhamento comercial e operacional

Prática

Como trabalhamos

01

Âmbito fixo, preço fixo

Cada proposta diz o que vamos resolver, o que vai receber, quanto tempo demora e quanto custa. Não vendemos dias de consultoria.

02

Ficamos para a implementação

O projeto acaba quando o sistema está a ser usado — líderes formados, documentos aprovados, um dono identificado dentro da empresa. Não quando a apresentação é entregue.

03

À medida da dimensão da empresa

Tudo é dimensionado à empresa que existe, não a um modelo de referência de uma organização muito maior. Um processo que ninguém tem tempo de correr não é um processo.

04

Claros desde a primeira conversa

Tem a nossa leitura do problema antes de assinar seja o que for: o que priorizaríamos, o que pode esperar e o que seria preciso.

Vale a pena começar por uma conversa estruturada

Diga-nos onde está a organização. Respondemos com uma leitura honesta sobre se podemos ajudar.