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Método

Seis passos, do diagnóstico ao acompanhamento

O mesmo percurso em todos os projetos, seja qual for a dimensão. Vai do diagnóstico ao desenho e continua pela implementação, pela formação dos líderes e pelo acompanhamento durante as primeiras semanas de utilização.

  1. 01

    Diagnosticar

  2. 02

    Benchmark e princípios

  3. 03

    Desenhar

  4. 04

    Validar

  5. 05

    Implementar

  6. 06

    Acompanhar

01

Diagnosticar

Perceber o problema antes de propor seja o que for.

Recolhemos a documentação, falamos com as pessoas envolvidas e percebemos o que se passa de facto. A maioria dos projetos muda de forma nesta fase, e é mais barato mudá-los aqui.

Atividades

  • Revisão documental
  • Entrevistas à liderança e aos líderes
  • Input dos colaboradores quando é útil
  • Um inquérito curto quando se justifica

Output
Uma leitura partilhada do problema e das prioridades.

02

Benchmark e princípios

Acordar as decisões estruturantes antes de escrever seja o que for.

O que fazem empresas comparáveis e o pequeno conjunto de princípios que o sistema tem de cumprir. São as decisões caras de reverter mais tarde, por isso são tomadas de forma explícita e cedo.

Atividades

  • Práticas de empresas comparáveis
  • Os princípios que o sistema tem de cumprir
  • Opções e respetivos compromissos
  • Alinhamento da liderança nas decisões estruturantes

Output
Os princípios, acordados por escrito.

03

Desenhar

Transformar as decisões num sistema concreto.

Transformamos as decisões tomadas na fase anterior numa primeira versão concreta da política, modelo ou sistema. Desenhamos à medida da empresa, testamos as opções com quem as vai usar e ajustamos antes de fechar a versão final.

Atividades

  • Workshops de desenho
  • Produção do modelo ou dos documentos
  • Opções testadas com líderes antes da adoção
  • Sessões de trabalho semanais

Output
Uma primeira versão completa.

04

Validar

Testar as decisões com a liderança e obter aprovação.

Revemos a solução com quem vai liderar e usar o sistema no dia a dia. Testamos decisões, resolvemos os últimos pontos de fricção e garantimos alinhamento antes de avançar para implementação.

Atividades

  • Sessão de revisão com a liderança
  • Decisões revistas com o sponsor executivo
  • Revisão jurídica ou financeira quando aplicável
  • Lista final de alterações

Output
Uma versão final aprovada e pronta para implementação.

05

Implementar

Preparar a organização para o usar de facto.

Templates, regras, comunicação e formação. A empresa fica com tudo o que precisa para lançar, e os líderes que o vão conduzir são formados sobre casos reais.

Atividades

  • Templates operacionais
  • Materiais de comunicação e de lançamento
  • Formação de líderes sobre casos reais
  • Plano de lançamento

Output
Tudo o que é preciso para lançar, pronto a usar.

06

Acompanhar

Estar presente nas primeiras semanas de utilização real.

Depois do lançamento, acompanhamos a utilização real do sistema para perceber o que está a funcionar e o que precisa de ser ajustado. Quase todos os modelos precisam de uma ronda de correção quando encontram a realidade — e preferimos fazê-la convosco.

Atividades

  • Office hours nas primeiras semanas
  • Acompanhamento de dúvidas e fricções
  • Ponto de situação após as primeiras duas a quatro semanas de utilização
  • Ajustes com base na experiência real

Output
Um sistema implementado, com o responsável interno identificado.

Implementação

A implementação faz parte do projeto

Todos os projetos incluem transformar o modelo em documentos e ferramentas utilizáveis, formar os líderes que o vão conduzir e verificar que está a ser usado. Isso está no âmbito desde o início, para o projeto terminar com o sistema em uso e não apenas descrito.

  • Modelos e toolkits escritos para o momento de utilização
  • Guias para o líder e para o colaborador
  • Materiais de comunicação para o lançamento
  • Sessões de formação sobre casos reais
  • Acompanhamento durante o primeiro ciclo real
  • Indicadores de adoção acordados antes de o desenho começar

Princípios

Princípios com que trabalhamos

01

Fazemos primeiro o que desbloqueia o resto

Há sempre duas ou três coisas que, feitas primeiro, tornam todas as outras mais simples. Pela ordem errada, há trabalho que acaba por ser feito duas vezes.

02

Desenhamos para quem tem a agenda cheia

Se um processo só funciona quando alguém tem uma tarde livre, não vai funcionar. Tudo o que construímos tem de caber numa semana normal.

03

Só entra o que se consegue observar

Se uma competência não se vê no trabalho do dia a dia, também não se consegue avaliar — e a nota que sai daí não se aguenta na conversa que vem a seguir.

04

Construímos para a empresa que existe

Um modelo copiado de uma empresa muito maior traz processo a mais e clareza a menos. O que desenhamos é do tamanho da organização que temos à frente.

05

Quando terminamos, o sistema fica com um responsável

Todos os projetos terminam com alguém de dentro responsável por ele, a documentação escrita e uma data marcada para o rever.

06

O lançamento não é o fim

Os primeiros usos mostram coisas que nenhum desenho consegue prever. Acompanhamos essa fase, corrigimos o que for preciso e ajudamos a equipa a ganhar autonomia.

Ver o método aplicado a um caso concreto

O diagnóstico executa os dois primeiros passos e produz o roteiro para os restantes.